Gengibre com Canela

por Vanessa Ribeiro

VACINAÇÃO: IMPORTÂNCIA E CONTRAVÉRSIAS

No post dicas de Saúde e planejamento para viajantes  foi falado sobre o uso de vacinas de febre amarela para viajar para determinados lugares no mundo, por exemplo, ou a inexistência até o momento de uma vacina contra o vírus da zika. Mas, afinal, o que são vacinas e qual o papel que ele tem na saúde?
Partimos da definição estabelecida da Organização Mundial de Saúde: Vacina é uma preparação biológica que melhora a imunidade do organismo para determinada doença (WHO, 2016) (fig. 1). Uma vacina contém um agente que se assemelha ao micro-organismo que causa determinada doença, e habitualmente é feita com uma forma atenuada ou morta desse micro-organismo, de suas toxinas ou de uma de suas proteínas. O agente estimula a reação imunológica do corpo a reconhecer o agente como estranho e então a atacá-lo. Assim nesse ataque o sistema imunológico adquire uma memória do agente e então se houver contaminação, o corpo estará preparado para combater o agente estranho.
Existem mitos e controvérsias acerca do uso de vacinações. Não existe comprovação de que têm efeitos deletérios a longo prazo ou de que possam ser fatais se ministrados em organismos vulneráveis. As reações são de intensidade baixa e de pequena duração, como dolorido no local da aplicação ou febre baixa. A probabilidade de ocorrer situação de risco é muito maior na doença do que na vacina.
Mesmo em países em que as doenças estejam erradicadas é necessário vacinar-se. Até a doença erradicar totalmente e por gerações, o controle para não haver epidemia se deve a vacinação.
Influenza (gripe) é uma doença séria que é atribuído a entre 300 e 500mil fatalidades por ano. População vulnerável como grávidas, crianças pequenas e idosos com saúde debilitada e qualquer indivíduo com condição crônica (como asma, doença cardíaca), está mais propenso a adquirir variação mais grave da influenza e pode levar a morte. A vacinação contra essas doenças é a melhor forma de diminuir o risco da doença e de propagar para terceiros.
A maioria das pessoas aceita a prática da vacinação. Basta não permitir que falácias invadem a segurança de saúde pública [Vaccine, 2016, acesso 6/8/2016. (http://www.journals.elsevier.com/vaccine)].

fig1.vaccines

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